Como não somos objetos, jamais poderemos ser ou ter a posse de alguém... Entender isso é o primeiro passo para saber respeitar o espaço e a individualidade de cada um.
Natália Abreu
Sejam todos muitíssimo bem-vindos!!! A finalidade deste blog é, através da produção literária, expor minha "íntima mente". Estejam à vontade para apreciação e comentários. Em caso de reprodução, solicito o cuidado em citar o nome da autora. Obrigada!
domingo, 20 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
As máscaras
Porque o que penso
Faz de mim quem sou
Sou a forma do pensar
Em constante mutação
Não posso pensar o amor
E ser o ódio
Pensar a paz
E ser a guerra
Se assim me divido
Em ação e ideia
Cedo ou tarde
As máscaras caem por terra
Natália Abreu
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Você e eu no carnaval
Quando chega o carnaval
Meu coração vira confete
No bloco da emoção
Minha razão vira tiete
E tudo mais é batucada
Passarelas
E ruelas enfeitadas
Adentro afora madrugada
Meu pranto,
Agora,
É gargalhada
Busco-te em meio a foliões
Faço do teu beijo
Minha empreitada
E o batuque doce
que ouço agora
Carnavalizando
em plena aurora
É o meu peito no teu,
Sem demora
Natália Abreu
Do não-dito
Quando faltam as palavras,
Restam as atitudes
Quando faltam as atitudes
São dispensáveis as palavras.
Natália Abreu
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Do homem e da natureza
Das minhas mãos
Todas as coisas
Invento o mundo
Refaço a natureza
Do átomo
À bomba
Do ferro
À arma
Do sol,
Carcinoma
Do homem
À guerra.
Só não refaço corações
Por vezes,
Perco sentimentos
Perco o humano
De mim mesmo
Na arte de dominar
O que não tem domínio.
Natália Abreu
Que mundo?
Ver o mundo daqui
Faz-me querer não ver
Ver o mundo daí
Faz-me querer morrer
Que condição estúpida!
Ver de onde vejo,
E não ver?
Viver o sofrimento,
E morrer?
Natália Abreu,
sobre prisões.
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